Na tarde desta quinta-feira, dia 11, os seis militares presos hoje e envolvidos na situação eram da 3ª Companhia e do Batalhão de Eventos. 


Apesar de algumas inconsistências apresentadas nos depoimentos dos militares suspeitos de envolvimento na morte do policial civil, Jorge Vicente Ferreira Júnior, ocorrida no dia 17 de janeiro, no bairro de Guaxuma, a delegada Teila Nogueira disse que “a polícia já tem uma linha definida do que aconteceu no dia”. 

De acordo com informações repassadas à imprensa na sede da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na tarde desta quinta-feira, dia 11, os seis militares presos hoje e envolvidos na situação eram da 3ª Companhia e do Batalhão de Eventos. 

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“Durante as diligências foram identificadas inconsistências nos depoimentos que os policiais prestaram, em relação às informações repassadas pelas testemunhas, por isso foi decretada a prisão temporária”, explicou Teila Nogueira. 

A informação foi reforçada pelo delegado Gustavo Xavier que afirmou inclusive que “há divergência entre integrantes da mesma equipe, do mesmo batalhão e que estavam no local do acontecimento, por isso a necessidade da prisão temporária por 30 dias, podendo ser prorrogada pelo mesmo período”. 

A polícia e a perícia foram diversas vezes ao local do ocorrido uma vez que o episódio aconteceu à noite e num terreno ermo, para assim poder entender a dinâmica do fato e conseguir novas provas, afirmou a delegada. 

A polícia aguarda o retorno das provas técnicas, que já foram solicitadas pela comissão e só no final do inquérito a PC irá se pronunciar a respeito do acontecido, comentou a delegada. 

Teila falou inclusive que a prisão temporária pode ser revogada ou mantida a preventiva, dependendo da manifestação judicial. Já a previsão é que o inquérito seja concluído aproximadamente daqui a 10 dias. 

Após serem ouvidos, os policiais serão encaminhados para o presídio militar.