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Líder de grupo terrorista revela plano para matar Bolsonaro e ministros


Ataque começou a ser elaborado desde o instante em que o presidente foi eleito.


A revista Veja divulgou nesta sexta-feira (19/07) a entrevista exclusiva com o terrorista que identifica-se como "Anhangá", um dos líderes da Sociedade Secreta Silvestre (SSS). Segundo publicação feita por Thiago Bronzatto, Laryssa Borges, o terrorista se apresenta como braço do Brasil do Individualistas que Tendem ao Selvagem (ITS), uma organização internacional que se diz ecoextremista a qual é investigada por promover ataques a políticos e empresários em vários países. As informações são da Veja.

A site informou que o contato foi feito pela 'deep web', chat clandestino da internet impossível de rastreá-lo. Essa foi a orientação do grupo. O canal é usado como meio de comunicação por criminosos de várias modalidades.

Segundo Anhangá, o plano para matar Bolsonaro é real e começou a ser elaborado desde o instante em que o presidente foi eleito, mas a ação foi adiada devido esquema forte de segurança.

Conforme o terrorista, a finalidade é matar Bolsonaro ou sua família, seus filhos, sua esposa, com disparos, e segundo ele, e uma das motivações é por que "Bolsonaro e sua administração tem declarado guerra ao meio ambiente, a Amazônia especialmente, tem feito de órgãos que teoricamente deveriam proteger a natureza catapultas para negócios danosos, facilitadores de exploração mineira, madeireira, caças, agropecuária, etc", diz trecho da conversa.

A publicação revela ainda que além de Bolsonaro, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e a ministra Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, também estão na lista do grupo terrorista.