Ednaldo da farmácia: “Eu não me arrependo do que fiz”, afirma prefeito de Canindé em entrevista exclusiva


Prefeito disse que homem sempre que bebe vai perturbá-lo e durante evento acabou a tolerância que tinha com ele.


Ednaldo da farmácia, prefeito de Canindé do São Francisco - SE / crédito: jornal do sertão

“Eu não me arrependo do que fiz, era para ter feito mais”, foram essas as palavras do prefeito Ednaldo Viera Barros, o ‘Ednaldo da Farmácia do município de Canindé do São Francisco no Estado de Sergipe. Nesta segunda-feira, 17, com exclusividade ele falou com a reportagem do italomoteo.com.br e contou a sua versão.

Por telefone Ednaldo da Farmácia não se omitiu e contou todos os detalhes da confusão que ele se envolveu com um radialista na noite do último sábado, 15.

Segundo o prefeito, as agressões ocorreram sim, mas ele teve diversos motivos para que isso viesse a acontecer. “Esse rapaz sempre que bebe costuma a vim me perturbar, eu estava lá tranquilamente quando ele veio mais uma vez perturbar, essa foi a quarta vez, todo ser humano tem tolerância, mas a minha se esgotou naquele dia, parti sim pra cima dele e o agredir, não tenho pra que mentir.” Disse.

O gestor ainda falou que os familiares do radialista ao perceber aquela situação se desesperaram e tentaram controlar a situação. “A esposa dele é servidora da prefeitura, ela inclusive já me pediu desculpas pelas outras vezes que ele veio me perturbar, os demais familiares dele está envergonhado com essa situação.” Destacou.

Ednaldo ainda ressalto que Tony Brito é uma pessoa de bem e que inclusive foi seu eleitor, mas quando bebe acaba se transformando. “Ele é uma pessoa do bem, eu sempre falei com ele, foi meu eleitor inclusive, mas quando ele bebe muda totalmente e começa a perturbar, eu já até tinha alertado os familiares sobre isso, é tanto que ele ficou com vergonha de mim, que nas outras vezes após o efeito do álcool passar ele não falou comigo.” Pontuou.

Questionado pela nossa reportagem pelo fato de não ter se arrependido, perguntamos como ele analisava o comportamento que ele teve como pessoa pública. Ele respondeu que é a questão do momento. “Semana passada um amigo meu que também é prefeito também partiu para a agressão, não é porque sou político que vou aguentar ouvir qualquer coisa e ficar calado.” Concluiu.